Preservar as suas raízes – caso Irlanda

São poucos os países que têm consciência da importância da preservação de línguas minoritárias.

Um exemplo é a Irlanda. Nos séculos XVII e XVIII, foi decretada a proibição de falar a língua galesa. Os irlandeses, entretanto, nada intimidados pelos decretos, continuaram a comunicar clandestinamente em galês.

Em 1921, a língua galesa voltou a ser aceite sem restrições e passou a ser ensinada nas escolas. A chamada Lei da Língua Galesa, de 1993, estimula a difusão do idioma, hoje falado por cerca de 19% da população.